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O Budismo - Seus Conceitos, sua História e seu Objetivo

O Budismo surgiu na Índia através de Sidarta Gautama, o Buda.
Sidarta seguiu vários caminhos hindus antes de chegar ao Nirvana, mas todos os caminhos eram falsos, nenhum levava a iluminação. Isso não significa que o hinduismo é falso, mas que as más interpretações dele por causa de pseudo-sábios que já quiseram ensinar antes de aprender, de pessoas que desejavam ter poder sobre as outras e por quererem luxos e também por quererem ser mais importantes que os demais, eles distorceram os ensinamentos convenientemente ou por ignorância dos mestres hindus.
Hoje mesmo no Ocidente temos diversos lugares esotéricos, cristãos e etc. de muito nome, mas que também são falsos e não levam a iluminação. Sidarta percorreu diversos caminhos falsos, ele percebeu isso e um tempo depois, mais para frente, chegou ao Nirvana. (Saber o que é o Nirvana em: Evolução Espiritual [está no endereço: http://www.usinadaspalavras.com/index.html?p=ler_texto&txt_id=1357&cat=20]).
Sidarta passou a ensinar as pessoas e ele falava de diversos conceitos hindus como Karma, Dharma, Reencarnação e Nirvana. Pois entre os ensinamentos falsos tinham os verdadeiros, e estando no grau de consciência em que estava (o Nirvana) ele percebeu o que era falso e verdadeiro (Ele estava uno com o cosmos).
Sidarta ensinava as pessoas para que elas crescessem espiritualmente, pois não há nada melhor neste mundo do que crescer espiritualmente. Crescer espiritualmente é ir em direção à felicidade, realização, contentamento, plenitude, sabedoria, paz, amor, otimismo, verdade, força interior, a não deixar que os acontecimentos nos causem sentimentos negativos e etc. (Saber o que é o Nirvana em: Evolução Espiritual [está no endereço: http://www.usinadaspalavras.com/index.html?p=ler_texto&txt_id=1357&cat=20]).
Sidarta criou diversas formas de meditação, aconselhava as pessoas que aprendiam com ele e de sua percepção se formou conceitos como as quatro nobres verdades, o caminho óctuplo, a temporalidade, o desprendimento e o sofrimento. (As quatro nobres verdades e o caminho óctuplo).
Os aprendizes de Sidarta ensinaram outras pessoas, e estas a outras, ensinavam para outras, e assim o Budismo se transformou em uma das principais religiões do mundo.
Claro que existem diversas linhas de Budismo como o Zen Budismo, O Budismo Tibetano, o Terra Pura , o Shinshuu e muitos outros. Pois os aprendizes acrescentaram e tiraram coisas do Budismo de acordo com suas personalidades.
Os conceitos Budistas são:
Karma
Dharma
Reencarnação
Nirvana
Quatro Nobre Verdades
Caminho Óctuplo
Temporalidade
Desprendimento
Sofrimento
No hinduismo se fala em Brahman, que é o que a maioria de nós aqui no Ocidente chama de Deus, o criador de tudo que existe, que está em tudo e é tudo. Sidarta talvez não falasse muito disso, pois se o fizesse, estaria hoje nos conceitos do Budismo. Isso não quer dizer que ele não sabia que Deus existe, mas é que na sua filosofia, na sua forma de descrever o desenvolvimento da consciência (iluminação), ele não precisava falar de Deus. Hoje isso possibilita que pessoas de outras religiões e ateus pratiquem o Budismo, em especial o Zen (O Zen é uma linha famosa de Budismo que não fala em Deus e raramente fala em karma e reencarnação).
É interessante que o próprio caminho budista leva-nos a Deus, a nossa centelha divina, o divino que existe em nós, veja em: Evolução Espiritual (está no endereço: http://www.usinadaspalavras.com/index.html?p=ler_texto&txt_id=1357&cat=20)
Já ouvi grupos Budistas Tibetanos através de relatos de H. P. Blavatsky, falando do divino que existe em nós, da nossa centelha divina, o Átma. O Budismo Tibetano é o Budismo Esotérico, ele é o que tem mais elementos do Hinduismo: tem os Mantras, as Mandalas e os Tantras.
O que hoje encontramos nos templos de Budismo Tibetano aqui no ocidente, nem se compara ao que encontramos no Tibet. Lá se desenvolve a terceira visão, se faz viagem astral e curas espirituais e tem até mediunidade. O médium lá é uma única pessoa que tem a função de fazer contato entre os vivos e os mortos e são conhecidos como Oráculos.
Não precisamos nós, seguir apenas o Budismo, pois ele é livre, podemos seguir o Budismo e juntamente outra filosofia ou religião, pois a preocupação do Budismo (Não de todos os budistas, mas do criador do Budismo) não é ser o dono da verdade, mas que você desenvolva sua consciência.
Apenas cuidado com as filosofias que querem escravizar sua alma, criticando e afastando você de outros caminhos que seriam bons para você, pois os caminhos somos livres para escolher os que queremos. Lembre-se que existem caminhos que não levam há iluminação, apenas dizem que levam. As vezes alguém diz palavras bonitas, mas suas atitudes diferem das palavras. Lembre-se também que quem busca o lucro mostrando um caminho espiritual, suas intenções já mostraram que é o lucro que ele quer. Uma coisa é o coração, a outra é a moeda.
Ricardo Chioro

Autor do artigo: Ricardo Chioro

Contribuíção: Ricardo Chioro


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